Até onde vai?
janeiro 18, 2010 by Melissa Cruz
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Até onde vai?
Brigas, xingamentos nos corredores, panfletos racistas e agora pichações. Como se não bastasse os crimes de racismo cometidos por quem frequenta o campus, os processos na justiça e agora escândalos cada vez maiores, começamos a conviver com uma guerra de guetos dentro da UERJ, uma polarização sem sentido e sem objetivo algum. A medida que a princípio visou uma mistura de classes, dando oportunidades à negros e pobres, culminou em uma segregação ainda maior, por pessoas (alunos ou não) que não respeitam ao próximo, o patrimônio público nem a sí mesmos. Porque alunos fariam isso ao próprio teatro? De certo porque não o frequentam e julgam não precisar dele.
Vivemos em um tempo em que a cada festa, a cada reunião, ou evento acadêmico na universidade, onde diferentes grupos e pessoas se encontram, é criado um motivo para agressões e violência, seja ela física ou verbal de carater discriminatório e imoral. A UERJ, que já teve seu nome louvável, hoje é sucateada, esvaziada, convive com tantos problemas e agora é vista como uma instituição que sofre com atos de vandalismo e violência.
Hoje amanhecemos pichados com palavras como “fora pretos”, símbolos como a “suástica” nos muros do nosso teatro. Um lugar de cultura, de educação, e esclarecimento e que tantas vezes recebeu artistas para falar da mistura que é o nosso povo, das origens que temos. Após o “ataque” não amanhecemos brancos nem pretos, nada mudou. A não ser a vergonha provocada pelo protesto sujo e insensato de pessoas que não sabem expor suas idéias, nem mesmo defender suas razões.
A política de cotas é um tópico sim, aberto a discussões, passível de críticas e de posicionamentos radicais a favor e contra. Mas a nossa universidade não merece, não precisa e não pode, tolerar atitudes como essas.
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Laboratórios de informática
outubro 8, 2009 by Melissa Cruz
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Quem tem paciência com eles?
Instalados por volta de três anos, os laboratórios de informática da UERJ, ajudam os alunos em vários momentos. São trabalhos universitários, currículos, acesso a internet e até como passa-tempo entre uma aula e outra. A instalação das salas foi muito festejada, entretanto os computadores têm uma série de limitações, que fazem deles maquinas, que por vezes, complicam as tarefas dos alunos.
Hannah Lisboa, aluna da informática e colaboradora do uerjiano.com, explicou um pouco do que acontece e deu dicas de como contornar os problemas durante o uso das maquinas. De acordo com a estudante os micros são conhecidos como terminais burros, por não possuírem processamento próprio e memória. As “caixinhas” que ficam ao lado de cada monitor funcionam apenas como entrada e saída de interfaces e para interpretar algumas linhas de comando em conexão com o servidor.
“O que acontece lá é que aqueles terminais acessam um servidor que tem instalado o Fedora (sistema operacional baseado em Linux), o usuário desse terminal burro é conectado direto ao servidor central que faz todas as operações.”
Com computadores que possuem tais características, fica impossibilitado o uso de sistemas mais complexos, como editor de imagens, planilhas mais pesadas e apresentações em vídeo. Acessar a sites mais elaborados também é complicado, o que demanda tempo e paciência. Vale lembrar que os laboratórios tem capacidade para cerca de 60 alunos e na maioria das vezes opera lotado.“A demora para o acesso vem dai, muitas pessoas se conectando a uma mesma maquina, que possivelmente não deve ter as condições especificas para a quantidade de acessos que é feita.”
Características técnicas
A memória física disponível para cada “micro” é volátil e caso o laboratório sofra com algum problema no servidor ou queda de energia , os computadores reiniciam e todos os dados salvos podem ser automaticamente perdidos. Uma prática comum é desligar todos os computadores ao final do dia, o que também promove a perda de todos os dados salvos pelos últimos usuários.
O uso de Linux, uma alternativa barata aos órgãos públicos, é um fator importante. Hannah alerta que muitas pessoas tem dificuldades com o sistema. Acostumados a plataforma Windows muitos alunos acabam recebendo o Linux com estranheza. “Já ajudei muita gente que não conseguia nem salvar um trabalho no pen drive.”
Embora pareça um problema sem solução, algumas dicas podem diminuir as frustrações e problemas gerados durante a utilização dos micros.
DICAS
- Salve seus textos periodicamente no e-mail. É trabalhoso, mas a cada página digitada envie um e-mail a si mesmo. Assim você pode reaver o texto sempre que precisar e terá salvo online, podendo acessar de qualquer outro computador
- Leve sempre um pen drive, celular com usb, o qualquer outra interface para armazenar dados.
- Não deixe nada para terminar no dia seguinte que você não tenha salvo. Afinal os servido não guarda os documentos de cada terminal
- Não gosta do editor de textos do Linux? Uma opção é GoogleDocs. Ainda um pouco complicado e com alguns bugs, mas é bem similar ao Pacote Office
- Para imprimir basta leva-los a “Xerox” mais próxima e pagar a quantia anunciada (se forem muitas folhas pode ser um prejuízo)
- Tenha paciência, não navegue com muitas janelas abertas, e o principal: na dúvida peça ajuda.
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VAI UM GOLE AÍ?
setembro 26, 2009 by FERNANDO BORGES
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Qual a importância e até onde vão os limites da sociabilização no meio universitário?
Quantas foram as vezes que, na faculdade, você se sentiu meio perdido? As vezes se identificando com um único grupinho, até mesmo com ninguém ou você é do tipo superstar e fala com todo mundo? Quais são os limites e a importância de uma “boa social”?
Nas primeiras semanas tudo realmente é mais difícil, um novo ambiente, uma nova fase na sua vida: a universidade, novas pessoas e novas tribos, você fica meio que tentando se identificar com um aqui, um ali, se gosta, por exemplo, de beber e sua turma é meio “careta” fica se sentindo um “peixe fora d’água” e o mesmo acontece se for ao contrário, você não ingere uma gota de álcool e fica vendo “aquelas pessoas” no maior alto astral “entornando o caneco”.
Para quem tem facilidade em se comunicar tudo fica mais fácil, e mesmo que você não esteja muito a vontade com o ambiente prefere ficar do que sair, pois acredita que esse seja um meio de interagir e formar novas amizades. Mas se você é do tipo tímido a interação muitas vezes se torna um pesadelo e você fica totalmente perdido sem saber o que fazer.
O mais correto a se fazer nessas horas é ver até onde essa determinada “interação” é importante e, analisar seus próprios limites. Não é legal fazer uma coisa extremamente chata só para fazer média com todo mundo. Assim como também não é recomendável que se passe 4 anos sentado num banco de sala de aula parecendo um extraterrestre.
Na maioria das vezes uma oportunidade de estágio ou emprego vem de uma indicação. Seu futuro profissional pode estar nas mãos, quem sabe daquela pessoa que não tinha muito a ver com você mas que acabou se tornando um amigo ou amiga com o tempo.
Por isso pense duas vezes antes de aceitar ou recusar ir a uma choppada ou até mesmo comparecer a um grupo de estudo, pois a gente nunca sabe de quem pode precisar lá pra frente, isso é sério…
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Manual do Aluno UERJiano
setembro 14, 2009 by Gustavo Verneque
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GUIA DE TRANSPORTE
Chegar na UERJ é mais fácil que parece… Você pode vir de
ônibus, trem e metrô, ou se preferir de táxi… Na dúvida,
pegue qualquer ônibus que passe no Maracanã.
Metrô: Pegue a Linha 1 do Metrô (Saens Peña – Cantagalo)
faça a transferência na Estação Estácio e desça na Estação
Maracanã. Vindo da Linha 2 (Estácio x Pavuna) fique na
Estação Maracanã.
Trem: Embarcando do Ramal DEODORO desça na Estação
Mangueira.
Ônibus:
Vem de onde?
Centro: 222, 232, 293, 240, 241, 247, 249, 260, 267, 268, 269, 383, 391, 433, 438, 455
Zona Norte: 232, 239, 247, 249, 260, 266, 267, 268, 269, 383, 391, 455, 456, 457, 630, 639, 638, 711, 665
Zona Oeste/Barra: 240, 241, 266, 267, 268,269
Zona Sul: 433, 432, 434, 435, 438,455
Rodoviária: 266 – Via Avenida 28 de setembro.
SIGLAS
Decifrá-los faz parte de sua sobrevivência aqui dentro e otimiza o seu tempo também. Segue um breve resumo dos significados de algumas siglas, que serão ouvidas, frequentemente, nos corredores da UERJ.
SR1 Sub Reitoria de Graduação
Tem como responsabilidade primordial a formulação e o acompanhamento da política de ensino de graduação da universidade, assim como a gestão da vida escolar do aluno, desde o ingresso até a colação de grau e o registro do diploma. Localiza-se no térreo BLOCO F. sala T060 (http://www.sr1.uerj.br/)
DAA Departamento de Administração Acadêmica
Responsável pelo registro, acompanhamento acadêmico desde o ingresso do aluno na UERJ até a expedição do diploma. Localiza-se no 1º andar, BLOCO F, sala 1079.
CETREINA Departamento de estágios e bolsas. Acompanha e coordena todas as etapas relativas às atividades discentes no que diz respeito a bolsas e estágios. Avalia também convênios e encaminha os alunos para o mundo do trabalho. Localiza-se no 1º andar, BLOCO F, sala 1112.
DSEA Departamento de seleção acadêmica Responsável pelo processo do vestibular Localiza-se no 1º andar, BLOCO F, sala 1148.
DPEI Departamento de projetos especiais e inovações. Desenvolve ações e estudos de avaliação do desempenho da graduação, analisa as demandas e
formula projetos de interiorização do ensino de graduação e implementa atividades de apoio a docência e projetos. Localiza-se no Térreo, Sala T09.
PROINICIAR Programa de iniciação Acadêmica. Atende prioritariamente aos alunos que ingressaram pelo regime de cotas. Tem como objetivo apoiar o
estudante da UERJ de modo a garantir-lhe a permanência na universidade, viabilizando a transformação da lei de cotas em um efetivo mecanismo de redução das desigualdades sociais. É aqui que vocês saberão tudo sobre as bolsas. Mais informações www.proiniciar.uerj.br/Localiza-se no 1º andar, BLOCO F sala 1148.
Rede Sirius de Bibliotecas A rede administra as 21 bibliotecas da universidade, oferecendo serviço de empréstimo de livros e publicações e consulta a obras restritas. CD-ROM, vídeos, mapas, monografias, dissertações e teses e acesso à internet entre outros serviços.
Como eu me inscrevo para usar as bibliotecas?
Leve: carteira de identidade (original); comprovante de residência; duas fotos 3×4 recentes; Resultado de Inscrição em Disciplina – RID.
DCE É a entidade que representa os estudantes da universidade, independente do curso. Sua diretoria é eleita pelo voto direto, para mandato de um
ano. A atual gestão é a “NADA SERÁ COMO ANTES”, as reuniões são abertas, com o intuito de construir em conjunto com todos nós estudantes, para lutar pelos nossos direitos, para que a universidade continue pública e com qualidade, e que sirva à sociedade, que é quem financia a nossa educação.
A sede do DCE UERJ fica no 1º andar do BLOCO F, sala 1096, em frente ao DAA. http://www.dce-uerj.blogspot.com
COMIDA:
Na UERJ
Outras locais para comer vocês irão descobrir com o tempo, mas esses são as mais freqüentadas por todos.
Cantina do CAENG: Fica no 5º andar BLOCO C, ao lado da xérox. Prato feito R$ 6,00
Cantina do EDSON: No 8º andar BLOCO , ao lado da xérox. Salgados e preços razoáveis.
Cantina do Cacis: 9º andar BLOCO F, em frente ao CACIS e ao CAHIS. Salgado e copo de guaraná natural por R$ 1,40.
Cantina do DALB: 11º andar BLOCO C, ao lado da xérox. Servem pratos feitos, salgados, sanduíches. Servem café da manhã também. As Refeições que vão de R$3,50 à R$ 6,50.
Cantina do GÊ: Fica no 12º andar BLOCO C, ao lado da xérox. Vende crepe, sanduíches e salgados.
FORA da UERJ
Restaurante Popular: Comida R$1,00 com direito a refresco e sobremesa, Localiza-se no Maracanã.
Cantinho dos Médicos: Em frente ao Hospital Pedro Ernesto HUPE, serve pratos feitos e dá para dividir com entre duas pessoas. (buscar preço) ATUALIZADO! CUIDADO PESSOAS JÀ ENCONTRARAM BARATAS NO FEIJÃO DE LÁ (agredecimento ao CADU da engenharia)
China 1: Fica entre o loreninha e o Beija Flor, além de vender salgados, caldo de cana, refrigerantes e similares… vende Yakisoba à R$ 3,50.
China 2: Fica do lado do Cantinho dos Médicos, vende salgados diversos, caldo de cana, refrigerantes e similares…
Rijo’s: Comida a quilo com bom preço, comida modesta. Fica em frente a UERJ.
Pensão Jaleco ou Cris: Comida boa e barata.
Vila Inn: Na Avenida 28 de setembro 169, tem comida a quilo, boa e preço razoável. Após as 18hs tem rodízio de pizza por R$ 7,90.
BARRIGADA
Para momentos de necessidades fisiológicas emergenciais procure o banheiro da Faculdade de Direito, no 5º andar, 7º andar, próximo ao bloco A, bem no final do corredor das salas de aula. É inacreditável, parece até banheiro de shopping. (agredecimento ao CADU da engenharia pela correção)
GUIA ETÍLICO
Lá vem a santíssima santidade Mumu da Mangueira novamente para dar uns toques da variada opção de degustação do sagrado MÉ! Compreendido por uns,
questionado por outros, nosso vidente torto mais uma vez percorre os arredores da UERJ em busca da branca pura e líquida cana e também do suco de cevada.
Bar Beija Flor do Maracanã Fica na São Francisco Xavier. É o primeiro bar para quem vem da praça e o último para quem vem do portãoziz principal da UERJ. A cerveja custa R$ 2,80. No periudes da noite, a Cida faz um churrasco deliciosis…
Loreninha: Lugar cativo dos adoradores do mé! HOooo Cicinho traz uma cerveja! Brahma R$2,70 R$ 3 (aumentou) Skol / Antártica por 3 merréis… Se preferir…caipirinha à R$ 4 ou Caipivodka R$ 5… Não esquecendo o Melzinho 51 pela bagatela de 2 mérreis! O banheiro é um rendez-vous no sentido literal e no figurado… Por tanto sem frescuras… Loreninha fica próximo ao ponto de ônibus na frente da UERJ. Também conhecido com Bar do Ivan.
Pensão Jaleco ou Bar da Cris: Cerveja é R$3, 00, petiscos por um valor razoável e fica em frente ao portão principal da UERJ, na São Francisco Xavier.
Estação Noel: Fica na praça da estátua do Noel Rosa. A cevadis custa R$ 2,80 a Itaipava e Brahma / Skol / Antártica R$ 3,00… Ás quartas Itaipava R$ 2,50!
Rio 40º graus: Local aprazível, bom atendimento e chopp à R$ 3,50, segundas e terças chopp duplo. Comida de qualidade! (COMPLETAR com as cervejas em
garrafa)
Cantinho dos Médicos: Fica em frente ao HUPE Hospital Universitário Pedro Ernesto, na Avenida 28 de setembro. Brahma / Skol / Antártica sai por R$ 3,30 e
Bhoemia Extra e Antártica Original por R$ 3,80.
Planeta do Chopp: Bom e caro! Mas se vocês estudantes estiverem com uma graninha extra ou simplesmente forem abastados financeiramente, desfrutem sem medo!…Boa Comida, Bons petiscos…
CULTURA
Divisão de Teatro
Teatro Odylo Costa, filho.
Teatro Noel Rosa
Concha Acústica
Campus Francisco Negrão de Lima (Maracanã)
Rua São Francisco Xavier, 524 Maracanã – Rio de Janeiro – RJ – Cep 20550-900 Telefone: (21) 2587-7481 e 2587-7116
E-mail: teatro@uerj.br
Coordenadoria de Exposições de Arte
Galeria Cândido Portinari (pavilhão João Lyra Filho)
Galeria Gustavo Schnoor (Centro Cultural da UERJ)
Campus Francisco Negrão de Lima (Maracanã)
Pavilhão João Lyra Filho
Rua São Francisco Xavier, 524, andar T Bloco F Maracanã – Rio de Janeiro – RJ – Cep 20550-900 Telefone: (21) 2587-7650
E-mail: coexpa@uerj.br
Bolsas? Elas existem!…
Além das aulas e demais atividades didáticas comuns ao seu curso, você pode participar de projetos de pesquisas, de projetos de extensão, auxiliar nas atividades do professor (bolsa de monitoria), fazer estágios interno complementar, bolsa do CNPq e ainda ser remunerado por essas atividades. Para tanto, deve
submeter-se ao conhecimento dos seguintes programas de bolsas: http://www.uerj.br/modulos/kernel/index.php?pagina
LICOM (Línguas para a Comunidade)
Curso de idiomas oferecido pelo Instituto de Letras. Localiza-se no 11º andar, bloco F, salas 11.016 e 11.019, custa em média 100 reais por semestre e oferece uma média de 3 horas de aulas semanais. Devido à enorme procura é realizado um sorteio para determinar que alunos preencherão as vagas oferecidas.
OS PROFESSORES
Tem todo tipo de professor na Faculdade. Os bonzinhos, os miseráveis, os que mais ensinam do que cobram os que cobram e exigem muito, os que simplesmente não aparecem, os “importados”, os que dão disciplina, mas não são habilitados para tal… Mas isso vocês vão descobrir e entender com o tempo.
Existem genericamente tipos: o efetivo e o substituto, o primeiro passa por uma seleção, uma prova do estado, tornando-se servidor público efetivo quando aprovado. Enquanto o outro é servidor temporário, com contrato de duração de 2 anos ou mais e que não fazem parte do quadro de servidores da Universidade. A proporção de contratados na UERJ e no Instituto de Artes é alta. Os professores titulares podem ser: auxiliares, assistentes, adjuntos e associados, a depender do tempo de docência, titulação, atividades realizadas, etc. No mais, cada cabeça, cada um, cada professor é um mundo…
ADMINISTRAÇÃO
Reitor
Professor Ricardo Vieiralves de Castro | 2008 – 2011
Vice-Reitora
Professora Maria Christina Paixão Maioli
Sub-Reitoria de Graduação – SR1
Professora Lená Medeiros de Menezes
Sub-Reitoria de Pós-graduação e Pesquisa – SR2
Professora Monica da Costa Pereira Lavalle Heilbron
Sub-Reitoria de Extensão e Cultura – SR3
Professora Regina Lúcia Monteiro Henriques
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Siga-me
O Twitter tem um propósito bem simples que é responder à perginta “o que você está fazendo agora?” com uma sentença entre 0 e 140 caracteres. Mas como uma parte considerável dos usuários fez sua conta, se deparou com uma realidade bem peculiar: na hora em que elas acessavam o Twitter e iam digitar o que estavam fazendo, não estavam fazendo nada no momento, a não ser tentando twittar.
Daí começaram a encontrar outros propósitos para o Twitter, e provavelmente o que mais se popularizou é “no que você está pensando agora?”. Não preciso dizer que o Twitter se tornou um lugar interessante para ler, escrever e refletir acerca de pensamentos aleatórios. Conceitual, existencial e, por que não, genial. O Twitter se tornou uma espécie de fenômeno. E, como todo fenômeno desfila com um cãozinho chamado Polêmica, praticamente acoplado em si, o Twitter tem praticamente um canil, ou uma Suipa, sei lá (antes de mais nada: não entendo e nem gosto de cachorro, não venham me dizer que eles têm a boca mais limpa do que a minha, a não ser que vc mande o seu cão bochechar Listerine 3 vezes ao dia).
O que mais tem me irritado no Twitter ultimamente é a busca frenética por seguidores, utilizando uma técnica tosquita chamada reciprocidade. Se você faz isso, pense duas vezes antes de ler as próximas linhas, você pode ficar chocado.
Cara, seguinte: nas minhas férias eu passava uma média de 12 a 16 horas CONECTADA (não é acordada, nem respirando. Conectada mesmo), atualizando direto meu Twitter e fazendo outras coisas no pc. NÃO DÁ pra ler tudo que os 65 usuários que sigo escrevem. SEMPRE tem alguma coisa que passa em branco. É muito difícil todo mundo que te segue ler tudo o que você escreve. Praticamente impossível (estou louca para generalizar, mas não posso). Principalmente se você for verborrágico(a) como eu.
Outra coisa: na internet é comum falar sozinho. Entendo que é um saco ver pessoas totalmente analfabetas e mal articuladas sendo lidas e retwittadas a cada pentelhésimo de segundo enquanto você, que usava sempre trema e foi alfabetizado em português, fica às e-moscas, vivendo à sombra do seu anonimato. Entendo porque eu usava trema, e escrevo menos pior do que muita gente por aí (façam o teste do a gente, nada a ver, com certeza, geleia, jiboia etc). Mas é o seguinte: só seus pais te amam incondicionalmente. As outras pessoas estão sempre suscetíveis a te dar um unfollow quando você falar uma verdade (isso quando elas leem o que você escreveu).
Sei que você acha que o mundo inteiro merece te ler e retwittar, mas não é bem isso que vai acontecer. Você tem suas qualidades, os usuários populares e com mais retwitts (ou seja qual for o seu parâmetro pra julgar) têm outras. Isso faz o mundo girar.
Outra coisa: não seja BESTA a ponto de simplesmente seguir algum usuário porque ele segue você. Siga se você achar que ele tem algo de interessante. Por exemplo, sigo a Alyssa Milano porque gosto do fato dela ser uma usuária assídua, sigo o Bruno Gagliasso porque adoro ver aquele avatar lindo na minha página. Não é nenhum motivo filosófico/ intelectual/ nerd/ Nstradamus hosheinkoff/ etc, mas pelo menos não é a musiquinha do Barney:
♫ Sigo vo-cê, você me segue,
Somos usuários de um Twitter fe-liz,
Com um forte abraço e um RT
Meu carinho é praa voo-cêê…
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Empreender ou trabalhar?
setembro 3, 2009 by Gustavo Verneque
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Steve Jobs e Steve Wozniak, criadores da Apple. Até hoje eles ainda são considerados "perturbados"
Algumas muitas pessoas trabalham só para não faltar dinheiro no fim do mês e conseguir sanar as dívidas. Por outro lado, outras fazem isso para ter prazer, sentir-se bem e empregar seus talentos para a realização de algo extraordinário e, obviamente, para ter uma rentabilidade financeira.
Um professor e sociólogo Domenico De Masi, que tem escrito na tela do seu computador a frase: “O homem que trabalha perde tempo precioso”. Quem disse isso trabalhava praticamente 20 horas por dia. Possuía mais de cinco tipos de trabalho, era professor, diretor de uma empresa, consultor, escritor de livros e artigos, entre outras atividades.
O lema do professor De Masi sintetiza a mudança do perfil do profissional da era industrial para a era da informação que vivemos hoje. Quem souber libertar-se da idéia tradicional do trabalho como obrigação ou dever e for capaz de apostar numa mistura de atividades, onde o trabalho se confundirá com o tempo livre, com o estudo, com as atividades físicas e com os momentos de descanso, conseguirá empreender com qualidade e destacar-se no mercado de trabalho.
O Dia do Trabalho está ai e tem uma pergunta que não me cala: “Trabalhar ou Empreender? Eis a questão…”
Trabalhar é ocupar-se em alguma profissão, esforçar-se para fazer ou alcançar alguma coisa, estar em funcionamento, empregar esforços, delinear através de exercícios físicos.
A sociedade pós-industrial oferece uma nova liberdade, em que é possível empreender utilizando a mente criativa como ferramenta de trabalho. Atualmente as grandes corporações pagam fortunas para os gurus, consultores e palestrantes filosofarem e contribuírem com a mudança mental e as estratégias organizacionais.
Empreender é fazer acontecer, propor-se realizar algo diferente, inovador, criar uma oportunidade, ousar, desafiar, investir, correr riscos calculados, explorar algo que já existe para formatar algo novo.
Você pode se perguntar: “Está bem, e o empreendedor não precisa trabalhar, e muito?” Claro que precisa, e principalmente necessita de tempo para inovar e ousar. O bom empreendedor é um bom trabalhador.
Na mais nova sabedoria das ações do empreendedor, tem que estar presente trabalho, aprendizado, descoberta, desenvolvimento, inovação, superação e realização.
Algumas vezes pensamos que estamos ociosos, mas são nesses momentos que surgem os famosos insights, as brilhantes idéias. Uma dica importante é você sempre andar com um caderno para fazer as anotações dos seus insights. Pesquisas comprovam que a velocidade do pensamento é no mínimo três vezes mais rápida que a velocidade da fala, então aproveite seus pensamentos antes que eles desapareçam.
Empreender é uma jornada, não um destino.
[rating:3.5]
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Torrents, como utilizar?
agosto 25, 2009 by Melissa Cruz
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Hannah Lisboa aluna da Fac. de Informatica tira as dúvidas
Livros, imagens, arquivos de áudio e vídeo passeiam por todos os cantos do mundo através da internet. Em diferentes formatos e meios é possível fazer download e upload de todos eles. Universitários que digam. A internet veio para agilizar as pesquisas e dar acesso a tudo, sim exatamente tudo! Nesta semana Hannah Lisboa, aluna da Faculdade de Informática da UERJ fala sobre Torrents. O que é, como funciona e quais são os benefícios de um dos recursos mais utilizados da internet. Então se você quer baixar algum arquivo especial ou disponibiliza-lo na internet é só ficar atento aos tópicos da entrevista.
UERJiano – O que são os chamados Torrents?
Hannah Lisboa - Torrent, na realidade, é a extensão dos arquivos utilizados no protocolo BitTorrent, que é o protocolo mais difundido na tecnologia de redes P2P (Peer to Peer).
UERJiano- O que ele tem de diferente do P2P que conhecemos? Ele suporta qualquer tipo de arquivo?
Hannah Lisboa – Esse protocolo de Download (e upload) está ganhando cada vez mais força na atualidade porque a forma como ele compartilha os diversos arquivos não sobrecarrega os servidores e também não causa congestionamento na rede. É um modelo de compartilhamento muito utilizado, pois todo tipo de conteúdo transita por esse tipo de rede.
UERJiano – Então como ele funciona?
Hannah Lisboa – Ele funciona da seguinte forma: para baixar um arquivo por Torrent é preciso ter o client instalado para que ele possa interpretar as informações recebidas e enviadas. Além disso, é necessário localizar o arquivo através de sites especializados, (o programa client da BitTorrent não suporta pesquisa por texto) sendo que a pesquisa é feita pelo nome do arquivo (nome da música por exemplo) porém com a extensão .torrent e esse arquivo encontrado terá as informações sobre onde o arquivo principal está armazenado e assim que ele for aberto pelo client se encarregará do download.
UERJiano – Qual seria uma boa definição para client?
Hannah Lisboa - Client é o programa que o usuário tem que ter instalado no micro para poder acessar e se conectar com a rede do torrent ou também outras redes P2P, como por exemplo o proprio programa do torrent o Bit Torrent (http://www.bittorrent.com), emule, LimeWire, Shareaza, entre outros.
UERJiano – E o que permite que ele não sobrecarregue a conexão?
Hannah Lisboa – Existe um arquivo principal que é aquele que foi o primeiro a ser disponibilizado, ele pode estar em um computador pessoal ou em um servidor de arquivos. Conforme os usuários vão baixando esse arquivo, eles também acabam o disponibilizando, ou seja, se alguém completou 30% do download, esses 30% já estão sendo disponibilizados para que outra pessoa também possa baixar, agora de mais de uma fonte. Isso faz com que não haja sobrecarga nenhuma das fontes já que o arquivo é dividido em pedaços que são baixados de maneira aleatória, aumentando a velocidade de download. Essa velocidade depende da quantidade de uploads que o usuário faz, quanto mais ela disponibiliza arquivos, mais rápido ela baixa, por isso é muito comum que a velocidade do download comece baixa e aumente conforme você baixa mais arquivos.
UERJiano – É a lógica da árvore?
Hannah Lisboa – Sim. Uma expressão muito comum na internet é que o Torrent funciona como uma plantação onde há uma semente (o arquivo principal) que cresce e dá muitos frutos se espalhando por todo lugar.
UERJiano – Sobre os arquivos que flutuam na rede, de quem é a resposabilidade dos uploads realizados pelos usuários?
Hannah Lisboa – O Torrent ainda é visto na atualidade como uma grande fonte de proliferação de pirataria, porém é importante ressaltar que a responsabilidade sobre os arquivos é de quem os disponibiliza, cabendo a cada um escolher a maneira usufruir dessa tecnologia, para o bem ou para o mal. Pirateando um arquivo, divulgando um livro, um trabalho, compartilhando informações úteis, cada um escolhe aquilo que planta…
Tem interesse em informática? Veja as materias anteriores:
Não roda e agora? Saiba como melhorar o seu navegador
MSN bloqueado?! Soluções e avisos
Como fazer sua monografia
agosto 18, 2009 by Administrador
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Acabar a faculdade é um sonho para a maioria mas que na verdade se torna um pesadelo com facilidade. Além do esforço em torno do tema do trabalho, é fundamental ainda, adequá-lo às normas de apresentação. Porque de nada vai adiantar você empenhar todos os seus esforços no desenvolvimento do tema se na hora de apresentá-lo ele não estiver dentro dos padrões estabelecidos pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).
Neste tutorial que encontramos no site da Universia mostramos as principais características para formatar corretamente a estrutura dde sua monografia de acordo com aquilo que a ABNT estabelece. Clique no banner ao lado e boa Leitura!
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Não roda! E agora?
agosto 4, 2009 by Melissa Cruz
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Alguns internautas tem questionado com freqüência os motivos que levam alguns computadores a não conseguirem acessar todos os plugins e links de áudio e vídeo do uerjiano.com. Foi nesse clima, que mais uma vez, conversamos com Hannah Lisboa, aluna da Faculdade de Informática da UERJ, que tirou dúvidas sobre navegadores e deu o caminho para uma boa navegação.
Além de uma boa conexão com a internet é necessário pesquisar entre os navegadores aquele que melhor responde as suas necessidades. Mantê-lo atualizado também é essencial, itens como segurança e plugins de vídeo são renovados a cada versão. Manter uma rotina de atualizações pode tornar sua vida bem mais segura e tranquila.
Em entrevista para o Uerjiano.com, Hannah falou sobre os pontos positivos e negativos dos navegadores mais famosos e utilizados da web, e também revelou informações sobre outros menos conhecidos e que podem ser o que você esta procurando.
UERJIANO – O que é preciso ter em mente na escolha de um bom navegador?
Hannah Lisboa - A escolha do navegador é sem duvida um grande passo para uma navegação sem tormentas. Cada internauta tem sua preferência e seu gosto, porém o que realmente conta na hora de abrir aquele vídeo, aquela musica ou o uerjiano.com é manter o seu navegador com os plugins atualizados e configurados de maneira correta. Entre os principais estão Flash e Java. Com esses dois e uma boa conexão você consegue visualizar a maioria dos sites da web com seu conteúdo completo e sem dores de cabeça.
UERJIANO – Sobre o Internet Explorer, ele é o melhor ou apenas o mais familiar para os usuários?
Hannah Lisboa – É o navegador mais usado no mundo, mas pode ser o paraíso para os menos informados e o verdadeiro inferno para os usuário assíduos da internet. Em deles é a segurança; suas atualizações ocorrem praticamente de ano em ano deixando um espaço gigantesco para que os hackers o entendam e consigam facilmente burlar suas diretivas de segurança invadindo e infectando Pcs. Também podemos destacar o seu fraquíssimo gerenciamento de senhas e dados em trafego de informações importantes como dados bancários. Outros pontos negativos seriam sua limitação quando a instalação de plugins que agregam funções aos navegadores de acordo com o gosto do usuário assim como a possibilidade da mudança do visual que é bem limitada. Seu consumo de memória e velocidade também não são dos melhores. E como nem tudo é sofrimento pode se destacar que ele esta presente na maioria dos micros da atualidade e que grande parte dos sites da web são desenvolvidos para rodar especialmente nele.
UERJIANO – E o Firefox? O que ele tem de diferente que atrai novos usuários todos os dias?
Hannah Lisboa – O segundo na preferência mundial, que só perde para o Internet Explorer, é o Mozilla Firefox. Sem dúvidas o mais versátil de todos, quando instalada sua infinidade de complementos se torna um dos mais completos. Ele se adéqua ao perfil do usuário e atende as necessidades de cada um. Se bem utilizado e atualizado um Firefox nunca é igual ao outro tanto na aparência quando com seus aplicativos adicionais. No quesito segurança é bem completo, baixando e instalando atualizações quase que diariamente. Como nem tudo é perfeito para executar tudo isso ele consome bastante memória e processamento, mas nada que se compare aos exorbitantes índices do Internet Explorer.
UERJIANO – O Google Chrome acaba de nascer, em meio aos que já existem ele é uma boa opção?
Hannah Lisboa – É o mais novo dos navegadores. O Google Chrome ainda está engatinhando em comparação com os outros, ainda há muito a evoluir, mas podemos destacar seus pontos fortes como pouca utilização de memória e uma melhora na velocidade principalmente no que se refere aos domínios GOOGLE onde passam boa parte das informações do planeta. Porém, assim como o Internet Explorer, não possui opções de personalização e tem uma barra de ferramenta com pouco recursos para agilizar a vida do internauta.
UERJIANO – Quem usa computadores
da Apple tem algum opção em especial?
Hannah Lisboa - Um outro navegador, não muito conhecido pelos usuários em geral, é o Safári, que originalmente é usado nos computadores da Apple onde seu desempenho é excelente, ficando ele super rápido com velocidade bem superior aos seus concorrentes. Já instalado no Windows ele muda bruscamente de posição devido a sua dificuldade de adaptação com o sistema da Microsoft ele acaba consumindo muita memória atrapalhando o funcionamento de outros aplicativos no micro. Dentre os pontos a serem destacado está a sua interface gráfica que é bonita e rica em detalhes e sua segurança que é bem aprimorada.
UERJIANO – Falamos do Explorer, do Firefox, do Safári, do Google Chrome, ainda existe alguma outra opção?
Hannah Lisboa – Temos o Opera, que é mais difundido entre os que utilizam a internet de uma mais forma profissional. Assim como o Firefox possui possibilidade de personalização e instalação de plugins, e excelentes níveis de segurança. Como diferencial destacamos o fato dele ser bem mais leve e disponibilizar sua lista de favoritos online para ser acessado de qualquer computador além da utilização de comandos de voz na navegação. Contra ele somente sua navegação que para os que não estão habituados pode ser um pouco complicado mais nada de anormal.
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Qual navegador você usa?
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Google Chrome - Download
Mozilla Firefox - Download
Ópera – Download
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Cuidado com as “panelinhas”
junho 19, 2009 by Administrador
Filed under Artigos
As pessoas sentem necessidade de fazer parte de um grupo. No ambiente de trabalho a mesma coisa acontece, acabamos por escolher com quem queremos conviver mais. Hoje, são mais de 32 milhões de trabalhadores no Brasil e certamente os com mais afinidade se aproximam.
Porém, fechar-se em pequenos grupos pode ser visto como algo negativo dentro das empresas. Conhecida como “panelinha”, essa atitude pode demonstrar hostilidade e preconceito com os outros, causando mal estar.
Calma! Não queremos dizer que você não deva se aproximar das pessoas com os mesmos objetivos. Mas, você deve se mostrar aberto e acessível para os outros colegas de trabalho também. Quando isso não acontece, sua imagem pode ser afetada negativamente.
Em sua carreira, é melhor cultivar uma imagem de neutralidade. Veja as dicas no Nube:
- Está se sentindo excluído por algum grupo? Fique na sua e não implore por atenção. Mostre-se neutro e demonstre a sua capacidade de se relacionar com todos.
- Cuidado se a sua turma omite informações para outras pessoas da equipe. Você pode ser culpado por não ter passado algum trabalho em tempo de ser feito.
- Não se associe à “panela rival”. Muito menos se posicione como alguém reprovador desses grupos.
- Caso já faça parte de uma turminha e perceber que isso está te prejudicando, a melhor alternativa é afastar-se gradualmente.
- Para aumentar sua rede de contatos, procure se relacionar dentro da empresa com outras pessoas, além dos mais próximos.
- Nada impede a amizade com as pessoas da equipe, mas o profissional sempre deve ser respeitado.
Alexandre Koike, analista de treinamento do Nube, explica a importância de se relacionar no ambiente de trabalho, acadêmico e social. “Trocar conhecimentos, experiências e ouvir outros pontos de vista ajuda a desenvolver habilidades e o crescimento profissional”.
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