Pelas Bandas da UERJ – Bloddy Hate
setembro 30, 2009 by Melissa Cruz
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Bloody Hate faz as hornas da casa para o Angra
Com um ano de formação a Bloody Hate, banda do aluno Rafael Machado, aluno de Ciências Sociais, vai viver a experiência de abrir o show do Angra, uma das bandas de metal mais famosas do país. O grupo que tem como influência o heavy e o trash metal conversou com o uerjiano em um bar das redondezas do campus, e falou sobre pseudonimos exóticos que adotaram para tocar e comentou a cena alternativa do rock carioca.
Em cima do palco eles são Rafael Arion Vampyr (vocal), Wellison Ferratus (contra-baixo), Gabriel Saints (guitarras) e Theones Venon (bateria). A banda que toca covers de Black Sabbath, Deep Purple e Metallica, pretende começar o trabalho autoral ainda este ano. Basedos nas letras e poesias de Rafael (confira no blogspot Triunvirato da Lua) e de Wellinson, o grupo pensa em músicas cantadas em inglês para cair nas graças do público rock da cidade.
Dia 4 de outubro a banda participa do All Rock Point, no Clube Recreativo Caxiense, como cover da banda Metallica. O evento realizado pelo produtor Bruno Faria, e que acontece quinzenalmente, tem início às 14:00 e término previsto para a meia-noite com o show do Angra encerrando as atividades. Durante o dia treze bandas vão se revezar nos três palcos montados pelo All Rock Point, entre elas a Alundhra que já foi entrevistada no “Pelas Bandas”.
Para não perder o show, anote aí! A Bloody Hate será a segunda banda a entrar no palco, por volta das 16h. A entrada custa R$30,00 e todos os lotes nos valores de R$15, 20 e 25 já foram esgotados. O Clube Recreativo Caxiense fica na Rua Manoel Vieira 397 no centro de Caxias.
A banda, que vai se apresentar de graça, conta que o mais importante é mostrar o trabalho para um público grande como o que o evento abriga. Segundo Rafael, o show deste domingo pode trazer bons frutos.”Geralmente o All Rock Point recebe de 300 a 500 pessoas. Acredito que por causa do Angra tenha mais gente nesta edição.” Ainda de acordo com o vocalista, a circuito carioca caiu muito, o músico sente que as pessoas abandonaram a cultura rock in roll.
Falta muita coisa para a cena do Rio melhorar, faltam pessoas dispostas a ir aos shows, se vestir. A maioria das pessoas agora ouve o heavy metal em casa. O rock tem haver com estilo de vida.
Uma banda que o grupo aponta como importante no cenário atual é a Matanza. “O Matanza, eles representam bem esse movimento. E tem outras bandas também como o Heavy Dutty Rock Band e o Metrozen.” Mas se a cena underground parece um pouco fora da ativa o vocalista aponta o público da universidade como solução para reanimar o heavy metal carioca.
Nesse ponto eu acho que a UERJ é privilegiada. Existe a possibilidade de um público grande, tem o pessoal de matemática, física, letras, muita gente que curte rock and roll.
Para reunir esse legado Rafael ainda tentou a montagem de um show na Concha Acústica da universidade chamado UERJStock, que não avançou além das palestras realizadas. De acordo com ele foram encontradas várias dificuldades para realizar o evento. “Conseguimos a data mas coisa de cinco dias antes descobrimos que a Concha não tinha nenhum equipamento como cabos ou amplificadores.”
Curtiu? Clique aqui e acesse o link da banda no orkut!
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Dois Perdidos Numa Noite Suja
setembro 29, 2009 by Clarissa Trindade
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André Gonçalves e Freddy Ribeiro
Assim como muitos eventos realizados na uerj, a peça Dois Perdidos Numa Noite Suja, uma das mais importantes do teatro brasileiro, não teve a credibilidade que merecia. A intensidade da obra de Plínio marcos e a magistral interpretação dos atores André Gonçalves e Freddy Ribeiro atraíram um público discreto e constituído aparentemente de alunos da UnATI, na quinta-feira (24/09), primeiro dia de apresentação no Teatro Odylo Costa Filho. Um pouco depois de me acomodar ao meu acento, eu e meu amigo nos deparamos com um companheiro de platéia que não parecia estar muito contente com as instalações do teatro. Para começar, o senhor que cheirava a água que passarinho não bebe e estava sentado na fileira de trás afirmava incessantemente que não trocaria de lugar, já que, apesar de pertencer a fileira O, a fileira I, onde se encontrava, estava vazia. Depois de uma conversa com a produtora da casa as coisas se acertaram entre os dois. Passados exatos 25 minutos, o espetáculo começa, assim como os pontapés do senhor reclamão contra o assento do meu amigo. Felizmente, ele encontrou mais entretenimento em importunar sua esposa, que aparentemente se recusava em segurar sua mão durante a peça.
O espetáculo foi escrito em 1966 por Plínio Marcos e sua primeira apresentação foi num bar para uma pequena platéia. Desde então, já virou livro, filme e, essa versão para teatro, dirigido por Silvio Guindane, teve sua estréia em Portugal. Quando perguntados sobre apresentações a preços populares, André Gonçalves afirma que é uma maneira de chamar o público para conhecer obras importantes, como a de Plínio.
Em Recife nós fizemos apresentações a preços populares, mas geralmente hoje nós colocamos a peça a preços mais baixos para as pessoas terem acesso à obra do Marcos Plínio. Em Portugal o projeto tinha a mesma idéia, inclusive as apresentações eram no meio da rua, bem improvisado, pois decidimos levar a peça para lá em cima da hora.

Entrevista ao UERjiano
A peça começou meio crua, sem muita emoção, até que a cama onde o personagem Tonho (Freddy) se revirava freneticamente tentando dormir, começou a dar sinais de impotência. As pernas foram abrindo até quebrar totalmente e se abrir um vão onde o ator caiu com o colchão, os lençóis e o travesseiro fubento. Ao longo da noite o ator foi terminando de quebrar o móvel do cenário, na tentativa de que os fragmentos da cabeceira não atrapalhassem seus movimentos. Mais pro fim do espetáculo, André Gonçalves também ganhou seu presente: a vara com que seu personagem ameaçava o colega de quarto se quebrou ao meio nos primeiros movimentos.
Esse tipo de imprevisto não nos pega mais de surpresa nem tira nossa concentração. Com essa peça há um ano e meio em cartaz já aconteceu muita coisa, então quando uma cama dessas desmonta assim acaba que tem a ver com a peça. Esse universo meio capenga, um contexto de miséria.
Depois de umas risadinhas de praxe vindas da platéia, o ambiente sério do contexto da história voltou e a atenção novamente se voltou para a grande interpretação dos atores, que fez valer cada centavo do valor do ingresso. Todo o enredo se passa dentro de um quarto alugado pelos personagens Tonho e Paco, que trabalham carregando caixas em um supermercado e não têm um tostão na carteira, mas aspiram uma vida melhor enquanto importunam a vida de seu companheiro. André, que nasceu e viveu anos em comunidades carentes, se diz próximo do personagem Paco:
Em toda minha trajetória eu interpretei muitos personagens assim, ligados a esse mundo. Tanto eu quanto o Plínio sempre convivemos e ajudamos meninos de rua e todos nós de certa forma vivemos nessa esfera social no dia-a-dia. Mas para a preparação do personagem eu cheguei a fazer trabalho de mesa.
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Pelas bandas da UERJ – Álister
setembro 29, 2009 by Melissa Cruz
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Álister o som da ocupação

Pedro (vocal) afinando a guitarra para o show
Em 2008 durante a manifestação outras atividades também rondaram o local da ocupação. A área, antes tranqüila e local apenas de reuniões e eventos da reitoria, foi palco para o som nervoso do rock in roll. Pedro Estellita Lins vocalista da Álister, conta como foi a experiência de tocar para os alunos e detalhes do que viu na manifestação.
A banda, que faz um som grunge, nasceu em 2006. Na época a formação do grupo contava com Tiago Grigor (contra-baixo), Ricardo Bunn (bateria), além de Pedro Estellita Lins (vocais e guitarra). Com vários shows realizados, demo gravada, e fãs fiéis a Álister se posiciona como uma banda para todos os momentos, e sim, rock para protestar. Curioso que entre os três músicos que compõem a banda, não há alunos da UERJ, mas a experiência do protesto escreveu o nome de cada um na história da universidade. Pedro explica melhor essa atitude da banda, e justifica a importância de lidar de forma positiva com todas as oportunidades.
A política de trabalho do Álister é propagar o som da banda aonde for. Alheio às questões políticas da Uerj, aceitamos o pedido feito por nossa amiga que era aluna da universidade.
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A data do show foi dia 18 de outubro de 2008, uma quinta-feira. Segundo a banda era importante tocar o mais rápido possível, pois a ocupação poderia acabar na mesma fugacidade que ela começou. Os instrumentos foram levados pela banda, assim como parte do público que acompanhou o grupo. Sobre a organização para tocar no local da ocupação, o líder do grupo narrou algumas reuniões e contou como eram decididas as atividades.
Assim que entramos, encontramos um clima diferente. Não era ameaçador, mas ao mesmo tempo não era exatamente tranqüilo. Eu e o baixista da banda, Tiago, já tínhamos ido na segunda para ver como estava tudo lá e assistir uma reunião, que foi bem na reitoria. O Clima entre eles era bem tenso e fechamos o evento naquele dia mesmo.
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O nervosismo de todos era tamanho, e a intenção era divertir aquela galera que estava lá durante dias, sem muito que pensar para distrair a mente, que não fossem as causas e reivindicações dos ocupantes. “Haviam instalações com colchões no chão e video-game com pessoal jogando. Alguns grupos organizavam as questões da greve.”
Pedro ainda relata outros momentos dos bastidores, como a movimentação de pessoas no local e a reação da banda e dos alunos presentes na ocupação. “Fomos antes para nos situarmos. Havia muitos adolescentes com medo do que poderia acontecer mas que não arredavam o pé de suas idéias.”

Tiago (baixo) e Ricardo (bateria) em ação
Na montagem do palco houve tensão. “Eles ficaram apreensivos com tanto entra e sai do pessoal da banda e também do público que foi assistir o Álister. Até que depois de alguns stress interno deles, pudemos arrumar o som e começar a apresentação.” Uma surpresa boa foi a banda Navio Pirata, que não estava prevista para a noite e foi apenas assistir a Álister, fechou o evento.
Para terminar Pedro faz um balanço de como foi o dia que passou na UERJ e o que acharam da participação. “Tocar na Ocupação da Uerj foi uma experiência única que, obviamente não nos arrependemos mas também não tomamos partido. Nos chamaram para mostrar nosso trabalho e lá fomos nós propagar o nome do Álister.”
Curtiu? Você pode conferir o som da banda no site www.alister.com.br
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Caminhadas Noturnas
setembro 22, 2009 by Melissa Cruz
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Explorando o Complexo da Central do Brasil

Candelária
Nesta quarta-feira, 23 de setembro acontece mais uma Caminhada Noturna, uma iniciativa do Projeto de Extensão Roteiros Geográficos do Rio de Janeiro. Realizado pelo NEPEC (Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Espaço e Cultura) e pelo Departamento de Geografia Humana da UERJ a atividade tem o objetivo de percorrer pontos importantes da cidade do Rio com passeios recheados de muita explicação geográfica e histórica dos bairros, ruas e monumentos visitados. Sem dúvida é uma aula ao ar livre que foge aos padrões e promove mais do que imersão mas também um conhecimento diferenciado aos participantes.
Com a direção do professor João Baptista Ferreira de Mello, junto a bolsistas do projeto, os passeios acontecem de segunda a sábado sempre iniciando às 20h em ponto de encontro marcado previamente entre o grupo de inscritos.
Quarta-feira, 23 de setembro, o ponto de encontro é junto ao Quartel do Corpo de Bombeiros, próximo a Gafieira Elite e ao Hospital Souza Aguiar. Com itinerário de uma hora e meia o grupo vai circular a região passando pelos prédios da rádio MEC, Casa da Moeda/Arquivo Nacional e a Casa do Marechal Deodoro da Fonseca. Vale lembrar que em tempo chuvoso as atividades são adiadas e remarcadas para uma próxima oportunidade.
Para participar das caminhas e receber a agenda mensal basta entrar em contato com o professor João Baptista pelo e-mail roteirosgeorio@uol.com.br. A atividade é gratuita.
Costuma participar das Caminhadas Noturnas?
Mande sua foto para o uerjiano.com clicando em “upload”.
[rating:3.5]
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Uerjiano na bienal?
setembro 15, 2009 by Melissa Cruz
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Saiba o que o aluno Jorge Lourenço descobriu por lá

Em rítimo alucinante a Bienal do Livro 2009, que acontece no RioCentro, parece não se cansar de tantos flashes e pessoas ilustres. Além dos lançamentos da EDUERJ muita coisa aconteceu nesses primeiros dias da Feira Literária. Jorge Lourenço, aluno de jornalismo, trabalhou cobrindo o evento para o site www.sidneyrezende.com e conta um pouco sobre o compasso acelerado da cidade literária montada na zona oeste do Rio.
Esses dias foram impossíveis… Eu estava cobrindo eventos que rolavam ao mesmo tempo lá dentro, nem sei como consegui, foi a maior correria!
Jorge, que passou a maior parte dos dias trabalhando, ainda teve tempo de “tietar” autores famosos e presentes tanto na sua como na infância como na de todos nós. Ao lado, as fotos com Ziraldo e Mauricio de Sousa, que coroaram décadas de literatura infantil ao lado de outras conquistas.
Ziraldo comemora os 40 anos de “Flicts”, o seu primeiro livro para crianças, e o cartunista Mauricio de Sousa comemora seus 50 anos de carreira com o livro MSP50 que reúne 50 cartunistas nacionais que dão a Mônica traços alternativos.
Após voltar a infância por alguns minutos Jorge ainda descolou uma entrevista exclusiva com Bernard Cornwell, um dos escritores ingleses mais importantes da atualidade. O romancista londrino já lançou mais de 40 obras, entre elas as trilogias “A busca do Graal” e “As crônicas de Arthur”.
Então se linka ai!
Clique nos textos em vermelho e leia as matérias feitas por Jorge Lourenço na Bienal do Livro 2009 e veja as fotos de divulgação dos fotografos oficiais do evento!
Lembrando que a feira literária acontece até o dia 20 de setembro! Aproveite os últimos dias!
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Pelas bandas da UERJ
setembro 3, 2009 by Melissa Cruz
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Entrevista com a UERJazz Band

Os shows não ficam só na UERJ. Esse era o folder de um show do dia 26 na UFRJ
Depois de um pequeno recesso a coluna “Pelas Bandas da UERJ” está de volta. Os convidados dessa semana foram ninguém menos do que os músicos da banda mais tradicional da universidade, a UERJazz Band. Em visita ao centro cultural do campus, a equipe do UERJiano descobriu a sala de ensaios mais refinada do COART e teve uma conversa animada com a turma do maestro Isaías Ferreira.
A banda, que ensaia em um local reservado do centro cultural se formou faz quatro anos, entre convites e ensaios, com músicos convidados por Isaías. O baterista, Fabio Torres, conta que o grupo formado hoje reúne pessoas que se fixaram nos primeiros meses de ensaio.
“Eu entrei um pouquinho depois, coisa de três meses. Eu vim assistir a um ensaio, fui convidado por um dos saxofonistas, o Carvalhaes, fiz o teste e acabei ficando”.
Além de Fábio, fazem parte da banda Elias Silva (piano), Gabriel Novotny (guitarra), Rodrigo Ferreira (baixo), Samuel Ramos (trombone), Everton Soares (trompete), Jessé Junior (saxofone barítono), Maxwell Nazário (saxofone Tenor) e Rafael Carvalhaes (saxofone alto). Sobre a relação com os alunos Fábio conta que é bem interessante. Enquanto a maior parte do contato entre banda e universidade é feita nos eventos do Campus Maracanã, alguns se aproximam mais e procuram conviver de perto com o grupo.
Nós temos uma resposta muito interessante deles, eles vem aqui assistem os ensaios… chegam ali na porta, olham um pouquinho. A gente convida pra assistir.
O maestro Isaías, que assina como diretor artístico revela que não sabe ao certo os “porquês” do estilo jazzístico na universidade. De acordo com o regente foi um convite que recebeu da reitoria, e a parti daí ele passou a procurar músicos que se adaptassem ao perfil da banda.
Surgiu através de um convite da reitoria anterior, não sei exatamente quem gostava muito de jazz, e tinha vontade de montar uma banda com essas características. Fui convidado, me apresentei, e montamos esse belo trabalho que está funcionando até hoje.
Embora o jazz seja um símbolo americano, o repertório traz um pouco de tudo. De Benny Golson a Tom Jobim, com direito a um passeio pela música folclórica russa a banda vem se apresentando em eventos como o “Série Talentos UFRJ” que aconteceu no último dia 26 de agosto. O evento deu sequência à comemoração de 161 anos da Escola de Música da UFRJ, e só termina oficialmente dia 30 de setembro. Segundo Isaías é um prazer participar da festa.
“É sempre bom se apresentar na casa da co-irmã a UFRJazz, neste dia vamos ensaiar lá mesmo antes do show”
Para quem gosta de boa música a UERJazz Band estará dia 11 de setembro, sexta-feira, no SESC da Barra, em um show que começa as 19h.
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EdUERJ faz a festa!
setembro 1, 2009 by Melissa Cruz
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Universidade lança 11 títulos na Bienal do Livro 2009
Sábado, 11 de setembro, a editora oficial da UERJ promove um evento de lançamento na XIV Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro. Ao todo serão expostas 11 obras de temas variados. Entre eles artes, história, ciências sociais e até eutanásia estão presentes.

A Bienal que ficará no Riocentro entre os dias 10 e 20 de setembro, espera receber cerca de 600 mil pessoas, como na sua última edição em 2007. Uma das maiores expectativas fica por conta do “Café Literário”, um bate-papo intimista com autores brasileiros e internacionais, com a curadoria de Ítalo Moriconi, professor de Literatura da Uerj, escritor e crítico literário. De acordo com a organização do evento cada sessão terá lotação de 200 pessoas, e é preciso chegar com antecedência para a distribuição de senhas que começa uma hora antes.
Em 2009 será realizada a décima quinta edição, do evento que nasceu em 1983, nos salões do Hotel Copacabana Palace. Com o crescimento a cada montagem da mostra literária, o evento migrou por outros lugares até se fixar no Rio Centro. Além da EdUERJ outras dezenas de editoras universitárias de todo país estarão presentes na Bienal que já acontece há 26 anos em terras cariocas.
Confira abaixo as capas dos exemplares da EdUERJ lançados na Bienal:
Os ingressos para participar da XIV Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, custam R$ 12,00 a inteira e R$ 6,00 a meia entrada (para idosos e estudantes) por dia. Para os amantes da literatura há um passaporte para todo o evento no valor de R$ 60,00.
O lançamento das obras pela EdUERJ acontece dia 17, ás 19 h, com a participação de Henrique Cazes e Trio da Hora. Local: Estande da Associação Brasileira das Editoras Universitárias (ABREU), Pavilhão Laranja.
Para mais informações acesse www.bienaldolivro.com.br
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Falando Grego
agosto 18, 2009 by Melissa Cruz
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A partir de agosto o Teatro Odylo Costa Filho vai receber o curso de Introdução à Arte do Teatro oferecido pelo Instituto de Letras da UERJ. Em um momento em que o teatro ganha espaço nos palcos cariocas, com super produções como Hamlet, de Wagner Moura em uma tragédia de Shakespeare e o musical “Hairspray” de Edson Celulari no espetáculo originário da Broadway, o curso pretende discutir a hipótese de uma volta gradual do teatro ao modelo grego clássico e tragicômico.
Durante o curso coordenado pela professora Dulcileide Virginio do Nascimento, doutora em Línguas Clássicas, serão desenvolvidos outros objetivos como entender a evolução do ator através dos tempos e a caracterização do Teatro Clássico na Grécia Antiga. A relação entre platéia e ator também ganha destaque entre as aulas do curso.
De acordo com o CEPUERJ “não há exigência de requisitos para participar das aulas” e segundo a organização, o curso Introdução à Arte do Teatro faz parte de um projeto mais amplo da UERJ sobre língua e literatura gregas.
Para fazer a inscrição e participar da turma é necessário se dirigir ao Centro de Produção da UERJ (Pavilhão Reitor João Lyra Filho, 1° andar, bloco A).
Informações: (21) 2334-0639
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Seminário permanente
julho 20, 2009 by Melissa Cruz
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O Seminário Permanente de Políticas Públicas de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, hoje com 7 anos de trabalho, até o momento já qualificou mais de 700 gestores, técnicos em cultura e educação durante centenas de encontros.
Nesse tempo foram realizadas palestras, debates, visitas guiadas, totalizando mais de 540 horas de atividades. Uma das iniciativas mais marcantes são as publicações, entre outras atividades que estudam e desenvolvem dados sobre a produção e o fomento cultural no Estado do Rio de Janeiro. Outro fruto desde trabalho foi o mapeamento inédito das ações culturais desenvolvidas em cerca de cem municípios.
O trabalho continua e as aulas e mesas de discussão se estenderão até 15 de dezembro deste ano. Várias etapas serão realizadas em outras cidades e municípios do Estado, abordando temas como Cultura e Política Cultural; Gestão Cultural; Produção, Comunicação e Marketing e Experiências Municipais.
Então fique atento, as aulas são gratuitas e realizadas no Campus Maracanã da UERJ. A realização fica a cargo do SR-3 e Departamento Cultural da UERJ.
Mais informações na sala T.126 Bloco F. Telefone: 2587-7182
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Wagner José e Seu Bando
junho 22, 2009 by Melissa Cruz
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Wagner José e Cinthya de Medeiros
Cynthia de Medeiros, aluna da Faculdade de Ciências Sociais no 9º andar, também faz parte do bando de Wagner José. A estudante não toca na banda, mas realiza um trabalho diário de divulgação sobre shows, gravações e cotidiano da WJSB.
Durante longa conversa no “Sucólatras”, a dupla Cynthia e Wagner, falou sobre a formação do bando, o programa para a TV Comunitária e o projeto “Novo Bando” que envolve vários braços da arte como música, teatro e audiovisual. Sobre a história e formação do grupo quem falou foi Wagner, relembrando os primeiros anos de banda, formada em 2002. “Não era pra ser uma formação fixa, depois de alguns meses fechamos o grupo. A banda se consolidou mais por estar junto na dificuldade.” Formado por Wagner José (violão e voz), Cézar Rodriguez (baixo), Rafael Fernandes (bateria), Zemiro Bentox (guitarra) e Bernardo Frazão (guitarra). O bando já lançou três CDs independentes e já é veterano na cena musical carioca.
Através da TV Comunitária o grupo foi convidado a fazer parte do programa chamado “Talentos e novos talentos” contribuindo com um bloco do “Novo bando”, projeto para reunir bandas com uma sonoridade e objetivos semelhantes. Pouco tempo depois o bando conquistou a produção geral do programa, que hoje é conhecido como o “Programa do Wagner José” que você pode conferir nos canais do “Novo bando” no you tube. (www.youtube.com/onovobandomaterias e (www.youtube.com/onovobandoclipes)
Formado pela Faculdade de Belas Artes da UFRJ e figura presente nos eventos culturais do Rio, é certo que Wagner é a peça chave desse grupo cheio de energia. Mas segundo ele mesmo, outra estrela chama mais atenção nas ruas, a Kombi azul da banda que traz em letras garrafais o nome do bando. “A Kombi é mais famosa que a gente, tem gente que nem conhece a banda mas conhece a Kombi.”
Mesmo com tamanha exposição do nome, o grupo pensou na entrada de Cynthia para auxiliar os rapazes no processo de divulgação de shows e contato com o público. Com perfis e comunidades em várias redes de relacionamento, Cinthya conta que optou pelo fotolog (www.fotolog.com.br/wjesb), que é atualizado com mais freqüência que os outros. “O fotolog funciona melhor que o MySpace. Se as pessoas ouvem o MySpace é por causa do fotolog.” Sobre a rápida atualização da página ela conta que depende muito da época. “Eu atualizo todos os dias. Quando tem mais shows sempre tem mais posts.” E é com essa participação diária que ela mantém os fãs e os músicos atentos as datas e eventos. “Homem é fogo, são todos mal organizados. Às vezes tem gente da banda que fica sabendo dos shows pelo fotolog, é engraçado.”
“E se o bando é grande, o nome do CD mais recente confirma (ou confunde) os números, “Uma dúzia é dez” tem 11 faixas e uma capa que traz várias fitas k7s famosas com os nomes de Elvis, Beatles e outros que se escondem no monte. Durante o lançamento do álbum em 2008 Cynthia bateu o record de posts do blog. “Todos os dias eu colocava uma foto nova e a letra de uma das músicas.” A preocupação de manter o blog sempre atualizado divide espaço também em pensar na linguagem que Cynthia utiliza nos textos. “Como eu conheço bem eles, tento escrever da mesma forma que eles falam pra não ficar diferente.” Criadora do post “Frase do dia” ela sempre busca algo relacionado às letras, ou a expressões dos músicos para interagir.
Além de escrever é Cynthia também quem fotografa os músicos em ação. “É difícil fazer uma boa foto, eles se mexem o tempo todo. Tem horas que eles ficam meio irritados de tantas fotos que eu tiro”. Depois de tanto trabalho a estudante desabafa, “Pior é que acham que são eles que escrevem, eu fico meio escondida.”
Além da banda, do fotolog, da Kombi, da Cynthia, dos três CDs, e das inúmeras histórias a banda também trabalha para o Engenhoca , um evento cultural no SESC Engenho de Dentro que reúne artistas cariocas em um show gratuito todo mês. E mesmo com essa maratona o grupo ainda pensa em novos projetos, como a reforma da Kombi para uma super viagem e a gravação de um novo CD e DVD.
Para saber mais acesse o fotolog do WJSB (www.fotolog.com.br/wjesb), ouça as músicas na rádio uerjiano.com.






















































